Sonho
Deitado na cama, percebo o ventilador de teto girando lentamente. Estranho esse quarto, a luminária já acesa quando entrei – ok, isso é comum em hotéis -, mas esse ventilador não deveria estar ligado...Bobagem. Estou com sono.
O movimento lento do ventilador me ajuda a dormir. Sonho.
Corcéis brancos enormes cavalgam sobre as nuvens, ao fundo um céu azul com poucas nuvens.
Os corcéis se multiplicam, cavalgam em direção a uma passagem, uma abertura, como uma caverna, todos os milhares de corcéis entram em algo que parece ser uma montanha, mas percebo que sou eu. A abertura está em meu peito e os corcéis entram em mim, através de uma cavidade localizada no meu peito, no meu coração. Minha expressão é de dor, e quanto mais os corcéis vão entrando maior eu fico. Vou crescendo até não caber mais no planeta, meus pés estão em cima da terra como se esta fosse uma bola de basquete, perco o equilíbrio e caio. Gigantesco, caio pelo espaço sideral entre as estrelas e os planetas. Cometas chocam-se em mim como moscas, sem me machucar, e eu não paro de crescer, tanto, cresço tanto que não caibo naquilo que seria o universo, o grande mistério para todos nós pobres mortais. Sinto uma dor enorme, agora cresce algo dentro de mim, abre-se uma fenda em meu umbigo, um raio de luz azulado sai em alta velocidade, vou diminuindo, diminuindo, até desaparecer.
Knock! Knock!
A porta.
Um rapaz, Eduardo.
Um balde de gelo e, Jamenson’s!
O movimento lento do ventilador me ajuda a dormir. Sonho.
Corcéis brancos enormes cavalgam sobre as nuvens, ao fundo um céu azul com poucas nuvens.
Os corcéis se multiplicam, cavalgam em direção a uma passagem, uma abertura, como uma caverna, todos os milhares de corcéis entram em algo que parece ser uma montanha, mas percebo que sou eu. A abertura está em meu peito e os corcéis entram em mim, através de uma cavidade localizada no meu peito, no meu coração. Minha expressão é de dor, e quanto mais os corcéis vão entrando maior eu fico. Vou crescendo até não caber mais no planeta, meus pés estão em cima da terra como se esta fosse uma bola de basquete, perco o equilíbrio e caio. Gigantesco, caio pelo espaço sideral entre as estrelas e os planetas. Cometas chocam-se em mim como moscas, sem me machucar, e eu não paro de crescer, tanto, cresço tanto que não caibo naquilo que seria o universo, o grande mistério para todos nós pobres mortais. Sinto uma dor enorme, agora cresce algo dentro de mim, abre-se uma fenda em meu umbigo, um raio de luz azulado sai em alta velocidade, vou diminuindo, diminuindo, até desaparecer.
Knock! Knock!
A porta.
Um rapaz, Eduardo.
Um balde de gelo e, Jamenson’s!

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